Justiça Paz e Pão para todos
(2003)
É nome de um projeto que tem mobilizado a Família Diocesana nos últimos dias. A idéia é propor aos jovens alternativas de vida, em meio a criminalidade que se vive conseqüência de longos anos de guerra, em Angola.
Padre José Brinco que elaborou o projeto explica: “foi a morte do meu irmão Nicolau Brueque barbaramente assassinado que me inspirou”, disse. Para Brinco, foi pensado nas pessoas que pensou em resposta concreta, assim, “comecei a trabalhar no projeto, pensando numa solução para o problema que vivia”, afirmou.
Discutido e aprovado na comunidade diocesana, assinado pelo bispo, a idéia lança o olhar para esperança de vida ignorada pelos longos anos de guerra à milhares de jovense e representa um esforço vocacional para a Igreja de Benguela, no pós-guerra. O projeto, nas suas fases implementação, inspira engajamento social da comunidade como um todo.
No seu percurso, Brinco lembra a dedicada ajuda da senhora Cochita Mora Martin, na Espanha pelos esforços e acompanhamento.
Hoje o projeto está nas mãos da "Manos Unidas" com o nome da Igreja de Benguela. Se for aprovado, pode significar, para toda a comunidade, um espaço social da realização do compromisso cristão, sendo, “uma resposta eclesial a triste situação social de milhares de jovens que se sentem frustrados porque se dão conta que não podem recuperar o tempo perdido nas forças armadas” diz o texto do projeto.
Sob a direção do padre Feliciano Palanga, o projeto partilha da idéia de que ninguém fará nada para ninguém e que ninguém faz nada de bom sozinho. Hoje com novas parcerias, dentro e fora do país ele é um sonho na luta pela utopia de vida, presente em cada rosto sofrido, no coração da Igreja que sofre em Angola, em Benguela.
José Brinco é padre há sete anos. É Lincenciado em Teologia Sintemática na Espanhã e iniciou o doutorado em Monique, Alemanhã. Atualmente reside em em Nova York, onde conclui o seu Doutorado. Brinco, em Benguela, trabalhou no Seminário Maior de Teologia, como Perfeito de Estudos.
É nome de um projeto que tem mobilizado a Família Diocesana nos últimos dias. A idéia é propor aos jovens alternativas de vida, em meio a criminalidade que se vive conseqüência de longos anos de guerra, em Angola.
Padre José Brinco que elaborou o projeto explica: “foi a morte do meu irmão Nicolau Brueque barbaramente assassinado que me inspirou”, disse. Para Brinco, foi pensado nas pessoas que pensou em resposta concreta, assim, “comecei a trabalhar no projeto, pensando numa solução para o problema que vivia”, afirmou.
Discutido e aprovado na comunidade diocesana, assinado pelo bispo, a idéia lança o olhar para esperança de vida ignorada pelos longos anos de guerra à milhares de jovense e representa um esforço vocacional para a Igreja de Benguela, no pós-guerra. O projeto, nas suas fases implementação, inspira engajamento social da comunidade como um todo.
No seu percurso, Brinco lembra a dedicada ajuda da senhora Cochita Mora Martin, na Espanha pelos esforços e acompanhamento.
Hoje o projeto está nas mãos da "Manos Unidas" com o nome da Igreja de Benguela. Se for aprovado, pode significar, para toda a comunidade, um espaço social da realização do compromisso cristão, sendo, “uma resposta eclesial a triste situação social de milhares de jovens que se sentem frustrados porque se dão conta que não podem recuperar o tempo perdido nas forças armadas” diz o texto do projeto.
Sob a direção do padre Feliciano Palanga, o projeto partilha da idéia de que ninguém fará nada para ninguém e que ninguém faz nada de bom sozinho. Hoje com novas parcerias, dentro e fora do país ele é um sonho na luta pela utopia de vida, presente em cada rosto sofrido, no coração da Igreja que sofre em Angola, em Benguela.
José Brinco é padre há sete anos. É Lincenciado em Teologia Sintemática na Espanhã e iniciou o doutorado em Monique, Alemanhã. Atualmente reside em em Nova York, onde conclui o seu Doutorado. Brinco, em Benguela, trabalhou no Seminário Maior de Teologia, como Perfeito de Estudos.
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