Benguela no Norte da África
From: António Francisco Custódio (Esgipto-Cairo)
Li há dias acerca dos acontecimentos da Diocese algo a meu respeito como tendo saido "De Benguela para o Egipto", representando o nome, os interesses e perspectivas da Diocese no Norte de Africa e, concretamente, no Egipto, o berco da primaria civilizacao do mundo. É bom cá vir para de perto confirmar, tocar, investigar e aquilatar com os próprios olhos a razão de tal primazia civilizacional: os veneraveis (permiti-me o atrevimento na expressao) faraos, entre eles as figuras legendarias de Keops a Ramses II, Moises e o Exodo, mais tarde Alexandre Magno, Cleopatra, Saladino... os templos, tumbas, colunas, esculturas que a cada passo nos recordam o tal glorioso passado... Parece-me que o macro-interesse do Prelado Diocesano é que possamos saber algo sobre o mundo islamico, uma vez que hoje o universo regista a tentativa de sua afirmacao a partir da sua religiao e doutras manifestacões. Digo 'parece-me' pois se trata de uma deducao pessoal a partir da conversa mantida, porem, devo frisar que o contexto nacional ( o Pais ) é de dialogo ecumenico entre as Igrejas Cristas, onde vemos uma base relativamente comum, de aproximacao, de cooperacao, de esforco de unidade. Da nossa parte todas as cautelas são poucas na linguagem quando se fala das religioes. O dialogo inter-religioso é um tema fundamental para todos nos e visto a partir dum nivel mais abrangente, o qual visa o conhecimento reciproco, o objectivo não é chegar a um acordo a nivel de fé, mas saber respeitar essa religiao, as suas diferencas, sem ofende-la, mas nao perdendo nem renunciando a minha convicção religiosa. Penso que o nosso dialogo com o mundo islamico terá de ser feito nestes moldes. Isto implica da nossa parte recriar a disposicão e o interesse para o efeito, abertura, um renovado significado de tal diálogo com os crentes nao-cristaos ( = muculmanos, judeus, hindus, budistas ... ). Talvez ao nosso nível e, presentemente, considere valida a preocupacao do Prelado que visa uma sensibilizacao geral que passa pelo conhecimento imediato do Islao como Religiao, por sinal, a segunda depois do Cristianismo, e um pouco mais ao que a ela se refere, não só como exigencia para os cristãos católicos, mas tambem para a sociedade em geral, evitando os mal-entendidos, visões distorcidas, os preconceitos e que se adquira uma ajustada e equilibrada compreensao do Islao.
Devo parabenizar a iniciativa da criacão deste espaço na mega-comunicacão mundial onde cada um de nós se reve e para o qual acede contribuindo, opinando, comentando
Li há dias acerca dos acontecimentos da Diocese algo a meu respeito como tendo saido "De Benguela para o Egipto", representando o nome, os interesses e perspectivas da Diocese no Norte de Africa e, concretamente, no Egipto, o berco da primaria civilizacao do mundo. É bom cá vir para de perto confirmar, tocar, investigar e aquilatar com os próprios olhos a razão de tal primazia civilizacional: os veneraveis (permiti-me o atrevimento na expressao) faraos, entre eles as figuras legendarias de Keops a Ramses II, Moises e o Exodo, mais tarde Alexandre Magno, Cleopatra, Saladino... os templos, tumbas, colunas, esculturas que a cada passo nos recordam o tal glorioso passado... Parece-me que o macro-interesse do Prelado Diocesano é que possamos saber algo sobre o mundo islamico, uma vez que hoje o universo regista a tentativa de sua afirmacao a partir da sua religiao e doutras manifestacões. Digo 'parece-me' pois se trata de uma deducao pessoal a partir da conversa mantida, porem, devo frisar que o contexto nacional ( o Pais ) é de dialogo ecumenico entre as Igrejas Cristas, onde vemos uma base relativamente comum, de aproximacao, de cooperacao, de esforco de unidade. Da nossa parte todas as cautelas são poucas na linguagem quando se fala das religioes. O dialogo inter-religioso é um tema fundamental para todos nos e visto a partir dum nivel mais abrangente, o qual visa o conhecimento reciproco, o objectivo não é chegar a um acordo a nivel de fé, mas saber respeitar essa religiao, as suas diferencas, sem ofende-la, mas nao perdendo nem renunciando a minha convicção religiosa. Penso que o nosso dialogo com o mundo islamico terá de ser feito nestes moldes. Isto implica da nossa parte recriar a disposicão e o interesse para o efeito, abertura, um renovado significado de tal diálogo com os crentes nao-cristaos ( = muculmanos, judeus, hindus, budistas ... ). Talvez ao nosso nível e, presentemente, considere valida a preocupacao do Prelado que visa uma sensibilizacao geral que passa pelo conhecimento imediato do Islao como Religiao, por sinal, a segunda depois do Cristianismo, e um pouco mais ao que a ela se refere, não só como exigencia para os cristãos católicos, mas tambem para a sociedade em geral, evitando os mal-entendidos, visões distorcidas, os preconceitos e que se adquira uma ajustada e equilibrada compreensao do Islao.
Devo parabenizar a iniciativa da criacão deste espaço na mega-comunicacão mundial onde cada um de nós se reve e para o qual acede contribuindo, opinando, comentando
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